GeralGaivota: MPSC apura graves falhas no pronto atendimento

Gaivota: MPSC apura graves falhas no pronto atendimento

O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) instaurou um Inquérito Civil para apurar irregularidades no serviço de pronto atendimento do município de Balneário Gaivota. A investigação é baseada em vistorias técnicas realizadas pelo Conselho Regional de Medicina (CRM-SC), pela Vigilância Sanitária Estadual e pelo próprio MPSC.

Os relatórios apontaram deficiências estruturais e assistenciais consideradas graves, colocando em risco a qualidade do atendimento à população.

Principais irregularidades apontadas

Entre os problemas identificados pelas autoridades fiscalizadoras, destacam-se:

  • Inexistência de salas de reanimação e isolamento adequadas;

  • Falta de medicamentos essenciais para emergências cardiorrespiratórias;

  • Ausência de serviços de Raio-X e laboratório em regime ininterrupto.

Prazos e recomendações

O MPSC emitiu uma recomendação oficial à Prefeitura de Balneário Gaivota exigindo providências:

  1. Plano de Ação (30 dias): O município deve apresentar um cronograma detalhado para sanar as irregularidades.

  2. Funcionamento 24h (180 dias): Prazo máximo para implementar o funcionamento integral da unidade e dos serviços essenciais.

  3. Resposta (15 dias): A administração municipal tem este prazo para informar se acatará a recomendação. O silêncio será interpretado como recusa, podendo levar o MPSC a ajuizar uma ação civil pública.

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