O programa Pet Levado a Sério, do Governo de Santa Catarina, entrou em uma etapa decisiva com o início do repasse de recursos aos municípios contemplados, que devem agilizar a documentação necessária para garantir o recebimento dos valores e a realização de mutirões de castração. A iniciativa é coordenada pela Secretaria de Estado do Meio Ambiente e da Economia Verde (SEMAE) e executada por meio da Diretoria de Bem-Estar Animal Estadual (Dibea).
Atualmente, dos 273 municípios selecionados, 191 ainda apresentam pendências documentais, enquanto 30 já estão em fase de recebimento dos recursos. Outros 52 municípios já tiveram os repasses efetivados e iniciaram os mutirões, incluindo cidades como Urussanga, Rio Negrinho, São Domingos, Rancho Queimado e Nova Veneza. Até o momento, foram transferidos R$ 2,7 milhões, viabilizando cerca de 13,4 mil castrações.
De acordo com a diretora de Bem-Estar Animal Estadual, Fabrícia Rosa Costa, a agilidade no envio da documentação é fundamental para ampliar o alcance das ações. Ela destaca que a castração é uma das principais estratégias para reduzir a reprodução descontrolada de animais, contribuindo para o combate ao abandono, maus-tratos, zoonoses e acidentes em vias públicas.
Os municípios são responsáveis por reunir e encaminhar os documentos necessários para a formalização do convênio simplificado. Em caso de dúvidas, os gestores podem entrar em contato com a Dibea Estadual por telefone ou e-mail institucional.
O secretário de Estado do Meio Ambiente e da Economia Verde, Guilherme Dallacosta, reforça que esta é uma fase estratégica do programa e exige atenção dos gestores locais. No total, o governo estadual prevê o repasse de mais de R$ 17 milhões, com a meta de viabilizar mais de 80 mil castrações em 273 cidades catarinenses, abrangendo cerca de 96% do território.
Além do repasse financeiro, o programa também inclui capacitações técnicas voltadas às equipes municipais, fortalecendo a gestão das políticas públicas de bem-estar animal.











