O estado de Santa Catarina registrou a criação de 63.006 novos postos de trabalho formais entre janeiro e abril de 2026. A força do mercado laboral catarinense foi confirmada nesta quinta-feira, 28 de maio, com a divulgação dos dados do Novo Cadastro de Empregados e Desempregados (Novo Caged) pelo Ministério do Trabalho e Emprego, analisados pela Secretaria de Estado do Planejamento (Seplan). O excelente desempenho deve-se, sobretudo, à forte tração dos setores de Serviços e da Indústria, que consolidaram o estado na terceira posição nacional em geração de emprego no ano, atrás apenas de São Paulo e Minas Gerais.
Apenas no mês de abril, a economia catarinense abriu 3.510 vagas com carteira assinada. Este número representa um crescimento de 0,13% no estoque de empregos, um índice que supera significativamente a média da região Sul do país, que fechou o período em 0,05%.
O Secretário de Estado do Planejamento, Arão Josino, destacou que o ritmo acelerado de contratações traz reflexos diretos no bem-estar social da população. Segundo o secretário, a estabilidade profissional proporcionada pelo mercado formal reflete-se na liderança de Santa Catarina em indicadores de longevidade, na menor taxa de desemprego e na menor desigualdade de renda do Brasil.
Serviços e Indústria lideram contratações
A análise setorial do primeiro quadrimestre revela que os setores de Serviços e da Indústria de Transformação foram os grandes motores da empregabilidade no estado. O setor de Serviços liderou o acumulado do ano com 25 mil novas vagas (sendo 2.136 em abril), impulsionado fortemente pelos segmentos de informação, comunicação e atividades financeiras, que responderam por 13.594 postos.
Logo atrás, a Indústria registrou o saldo de 24 mil novos empregos de janeiro a abril (com 1.612 vagas em abril). No ambiente fabril, o grande destaque ficou para a Fabricação de produtos alimentícios, subsetor responsável pela abertura de 4.597 vagas formais no período.











