A Unesc lamentou nesta segunda-feira (24) a morte do artista plástico, escultor e ourives Gilmar Galant, conhecido como Gil Galant, nome reconhecido em Criciúma e na região por trabalhos desenvolvidos principalmente em madeira. Segundo a Universidade, o artista deixou uma trajetória marcada pela dedicação à escultura e à ourivesaria e influenciou outros profissionais ligados às artes.
Trajetória de Gil Galant foi apresentada na Unesc
Gil Galant manteve uma relação próxima com o cenário cultural regional e teve parte de sua produção apresentada na Unesc em 2019. Naquele ano, o artista levou ao Espaço Cultural Toque de Arte a exposição “Madeira em Movimento”, formada por esculturas produzidas em diferentes fases de sua trajetória.
A mostra reuniu obras feitas em diversos tipos de madeira e permitiu ao público conhecer técnicas e características que marcaram a produção do artista. Conforme registros da Universidade, Galant utilizava métodos inspirados em técnicas de séculos passados tanto na escultura quanto na ourivesaria.
Além do reconhecimento no Sul de Santa Catarina, o trabalho de Gil Galant também ganhou projeção em outros países da América Latina. A madeira tornou-se uma das principais matérias-primas de sua produção, com peças que exploravam formas humanas, animais, movimentos e elementos abstratos.
Escultura e ourivesaria marcaram carreira
Autodidata, Gil Galant também trabalhou como artesão e desenvolveu joias em ouro e prata antes de consolidar a escultura em madeira como uma das principais formas de expressão de sua carreira.
Ao longo da trajetória, o artista participou de exposições e projetos culturais e tornou-se referência regional pela técnica empregada nas peças e pela dedicação ao trabalho artesanal.
Em nota, a Unesc destacou o legado deixado pelo artista e manifestou solidariedade aos familiares e amigos de Gil Galant.












