A SCGÁS registrou este mês resultados acima do esperado com o primeiro ano de operação de sua usina solar, que atingiu a marca de 74,45% de suprimento da energia consumida pela companhia. Instalada para atender unidades de monitoramento, estações de redução de pressão e o sistema de proteção catódica da rede, a iniciativa foi conduzida pela Gerência de Administração e Suprimentos (GERAS) com o objetivo de cumprir metas globais de descarbonização e reduzir custos fixos com eletricidade. De acordo com dados oficiais divulgados pela empresa, o desempenho superou a previsão inicial, que estimava uma redução de 65% nos gastos energéticos.
Desempenho operacional e impacto ambiental
Ao longo dos últimos 12 meses, a usina fotovoltaica gerou um total de 142.168 KWh. Esse volume de produção não apenas garantiu a autonomia energética de parte das operações, como também evitou a emissão de 7,75 toneladas de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera. Segundo o relatório da SCGÁS, a estrutura conta com 202 painéis solares e possui uma capacidade instalada de 112 kWp.
A economia financeira direta proporcionada pelo investimento foi de R$ 112.312,00 no período. Segundo a companhia, o projeto reafirma o compromisso com a sustentabilidade, demonstrando que a “combinação de energia renovável e eficiência energética pode trazer benefícios tanto financeiros quanto ambientais”, além de diminuir a pegada de carbono institucional.
Modernização da infraestrutura interna
Além da geração própria de energia, a SCGÁS implementou melhorias na infraestrutura para otimizar o consumo. A empresa realizou a renovação do parque de climatizadores, substituindo aparelhos antigos por modelos tecnológicos mais eficientes. O uso de equipamentos “Split inverter” tem auxiliado na diminuição do consumo elétrico e na redução das emissões de gases de efeito estufa.
Metas para o futuro e transformação digital
A empresa projeta agora ampliar o aproveitamento de fontes renováveis. O próximo objetivo estabelecido pela SCGÁS é compensar 90% de todo o seu consumo de energia elétrica. Para alcançar esse índice, a companhia planeja a transferência de seus servidores físicos para o sistema de “nuvem”. A medida visa reduzir a necessidade de climatização constante em salas técnicas, diminuindo drasticamente a demanda energética dos escritórios e unidades operacionais.











