A Administração Municipal de Araranguá, em conjunto com a Fundação Ambiental do Município de Araranguá (FAMA) e o Serviço Autônomo Municipal de Água e Esgoto (SAMAE), realizou no último sábado, dia 28, a 5ª edição do Projeto Arco-Íris nas margens do Rio Araranguá, visando a retirada de resíduos e a conscientização sobre a preservação do patrimônio natural local. A iniciativa reuniu autoridades, entidades não governamentais e voluntários da comunidade para enfrentar a degradação causada pelo descarte irregular de materiais.
Resultados da coleta e mobilização social
De acordo com informações da Assessoria de Comunicação da Prefeitura de Araranguá, a força-tarefa resultou no recolhimento de 1,3 tonelada de lixo ao longo das margens. O volume expressivo de materiais retirados reforça a necessidade de ações contínuas de engajamento coletivo para a manutenção do ecossistema local.
O projeto contou com a participação ativa de diversos setores da sociedade civil, que atuaram diretamente na remoção de detritos. Em nota oficial, a gestão municipal reforçou o agradecimento aos participantes e destacou que “a ação teve como objetivo conscientizar e incentivar a preservação desse importante patrimônio natural” que sofre com o impacto da poluição urbana.
Preservação do patrimônio natural da região
O Rio Araranguá é reconhecido internacionalmente por uma característica geográfica singular: a variação cromática de suas águas, que podem apresentar tonalidades entre o azul-turquesa e o verde-musgo. Essa particularidade inspirou o nome do Projeto Arco-Íris, que busca proteger a beleza cênica e a integridade ambiental de um dos principais cartões-postais da região sul catarinense.
Combate ao descarte irregular
Apesar da relevância paisagística e ecológica, as margens do rio têm sido alvo frequente de descarte inadequado de resíduos sólidos. A Administração Municipal pontuou que a mobilização de sábado é uma resposta direta a esse cenário de degradação. A iniciativa busca não apenas a limpeza imediata, mas a mudança de comportamento da população em relação ao descarte de lixo, garantindo a sustentabilidade do Rio Araranguá para as futuras gerações.











