GeralMissões internacionais ampliam alcance da pesquisa da Unesc

Missões internacionais ampliam alcance da pesquisa da Unesc

Professores da Universidade do Extremo Sul Catarinense (Unesc) participaram, nos últimos meses, de missões internacionais na França, China, Escócia e Itália com o objetivo de fortalecer parcerias, ampliar pesquisas e promover inovação no Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde (PPGCS). As iniciativas foram realizadas recentemente e fazem parte de uma política institucional de internacionalização que busca qualificar a formação acadêmica e expandir o alcance científico da universidade.

As ações envolveram docentes como Ricardo Andrez, Paulo Silveira e Tamy Colonetti, que desenvolveram atividades em instituições estrangeiras de referência. Na França, Andrez estabeleceu conexões com centros de pesquisa em Montpellier, incluindo um grupo ligado ao Centro Nacional de Pesquisa Científica (CNRS), resultando na definição de um artigo científico conjunto e no planejamento de um projeto voltado ao desenvolvimento de nanopartículas para tratamento de doenças, com divisão de etapas entre laboratórios europeus e brasileiros.

Na China, o professor Paulo Silveira visitou laboratórios em Ningbo e Hong Kong, onde identificou tecnologias avançadas aplicadas ao reparo tecidual e fortaleceu a rede de cooperação científica. A experiência também abriu possibilidade para intercâmbio acadêmico, permitindo que estudantes e pesquisadores da Unesc utilizem estruturas internacionais de alta complexidade em futuras pesquisas.

Já na Itália, a professora Tamy Colonetti participou da 40ª edição do Congresso da Sociedade Internacional de Ginecologia Endócrina, em Roma, reunindo especialistas de mais de 100 países. Durante o evento, ela apresentou estudo sobre o uso do chá verde na melhora do perfil lipídico em mulheres na menopausa, alinhado às tendências globais e às pesquisas desenvolvidas na instituição.

De acordo com a coordenadora do Escritório de Relações Internacionais, Dayane Cortez, as experiências reforçam o modelo educacional da universidade ao integrar diferentes realidades científicas e culturais, além de impulsionar novas frentes de investigação e cooperação tecnológica.

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