O período de convenções partidárias para as eleições presidenciais de 2026 já está em andamento e marca o início da definição oficial dos candidatos que disputarão o Palácio do Planalto. O prazo segue até 5 de agosto em todo o Brasil, quando os partidos concluem a homologação de seus nomes e alianças. A etapa é decisiva porque transforma pré-candidaturas em candidaturas oficiais e abre espaço para a composição das chapas.
Até o momento, quatro postulantes já tiveram suas candidaturas confirmadas pelas respectivas legendas. Flávio Bolsonaro (PL) foi homologado como representante do principal grupo da direita. Ronaldo Caiado (PSD) disputará a Presidência com foco em propostas ligadas à gestão pública e à segurança. Samara Martins (UP) tornou-se a primeira mulher oficialmente confirmada na corrida eleitoral, enquanto Renan Santos (Missão) foi o primeiro candidato homologado nesta fase do calendário.
Outros nomes considerados protagonistas da disputa ainda dependem da aprovação nas convenções partidárias. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aguarda a oficialização da candidatura à reeleição. Já Romeu Zema (Novo) busca consolidar seu projeto político como alternativa liberal. Também permanecem como pré-candidatos Augusto Cury (Avante), Cabo Daciolo (Mobiliza), Rui Costa Pimenta (PCO), Hertz Dias (PSTU) e Edmilson Costa (PCB).
Embora parte das candidaturas já tenha sido confirmada, o cenário eleitoral ainda pode passar por alterações. As convenções costumam reunir negociações para formação de alianças, definição dos candidatos a vice e possíveis mudanças nas chapas antes do encerramento do prazo.
A próxima etapa do processo eleitoral terá início em 15 de agosto, quando os candidatos deverão registrar oficialmente suas candidaturas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A partir desse momento, a disputa entra na fase jurídica e os partidos intensificam a organização das campanhas e dos palanques estaduais.
Mesmo antes do início oficial da campanha eleitoral, as movimentações políticas já indicam que a corrida pela Presidência da República ganha ritmo, com articulações voltadas à consolidação das chapas e à conquista do eleitorado para as eleições de 2026.













