Profissionais do Atendimento Educacional Especializado (AEE) dos 12 municípios da Região Carbonífera participaram, nesta quinta-feira (7), do 1º Encontro Regional de Profissionais do AEE, realizado no auditório da Associação dos Municípios da Região Carbonífera (Amrec), em Criciúma, para debater avanços, desafios e aspectos jurídicos e pedagógicos da educação inclusiva. As informações são da Amrec.
Encontro reuniu profissionais da educação
A atividade mobilizou professores e psicopedagogas das redes municipais de ensino da região. O debate teve como foco a nova Política Nacional de Educação Especial Inclusiva, além da troca de experiências desenvolvidas nos municípios para fortalecer a inclusão escolar.
A programação também abriu espaço para a socialização de práticas aplicadas nos territórios da Região Carbonífera. O objetivo foi ampliar o diálogo entre os profissionais que atuam diretamente no atendimento educacional especializado.
Palestra abordou nova política nacional
O encontro contou com palestra da docente e pesquisadora da Unesc, Morgana Bada Caldas, vinculada ao Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGE). Ela apresentou uma análise sobre os avanços, os desafios e as implicações da nova Política Nacional de Educação Especial Inclusiva.
A política foi instituída em outubro de 2025, pelo Decreto nº 12.686, e atualizada em dezembro do mesmo ano, pelo Decreto nº 12.773. Durante a apresentação, Morgana abordou a trajetória histórica da educação inclusiva no Brasil, conceitos centrais da área e indicadores da educação especial no país.
Dados regionais também foram apresentados
A pesquisadora também tratou de informações relacionadas a Santa Catarina e à Região Carbonífera. A exposição incluiu mudanças estruturais previstas com a criação da Política Nacional de Educação Especial Inclusiva e da Rede Nacional de Educação Especial Inclusiva.
Segundo Morgana, a consolidação da inclusão escolar depende do envolvimento das instituições, das redes de ensino e da sociedade. “A inclusão escolar, enquanto política pública, é um direito. Enquanto princípio ético, é um dever coletivo”, destacou.
A docente também reforçou o compromisso comunitário da Unesc com o fortalecimento e o aperfeiçoamento das políticas públicas educacionais.











