A Semana Mundial do Aleitamento Materno mobiliza instituições e profissionais de saúde entre 1º e 7 de agosto de 2026 para ampliar a proteção, a promoção e o apoio à amamentação. Com o tema “Amamentação para um começo de vida sustentável: fortaleça o que funciona”, a campanha destaca estratégias que contribuem para a nutrição adequada, a segurança alimentar e o desenvolvimento saudável das crianças.
A iniciativa internacional é coordenada pela World Alliance for Breastfeeding Action (WABA) e integra, no Brasil, as atividades do Agosto Dourado, mês dedicado à conscientização sobre a importância do leite materno.
Segundo o Ministério da Saúde, as ações desenvolvidas durante o período buscam fortalecer a proteção, a promoção e o apoio ao aleitamento materno. A prática é considerada fundamental para a nutrição infantil e também contribui para a segurança alimentar das famílias.
Mãe pretende manter amamentação exclusiva
A importância desse apoio passou novamente a fazer parte da rotina da dona de casa Lorrany Duarte após o nascimento da segunda filha, Elisa.
Conforme reportagem da Agência Brasil, Lorrany recebeu atendimento no Banco de Leite Humano do Hospital Regional de Taguatinga, no Distrito Federal, em 30 de julho. Na ocasião, a bebê estava com aproximadamente uma semana de vida.
A mãe pretende oferecer leite materno em livre demanda e de forma exclusiva durante os primeiros seis meses de vida da filha. “Desenvolve mais a criança e a imunidade fica sem problemas”, afirmou à Agência Brasil.
A decisão também foi influenciada pela experiência vivida com a primeira filha, nascida há nove anos. Segundo Lorrany, a criança passou a receber fórmula infantil quando tinha um mês de vida.
“Ela sempre foi muito debilitada, passava mal, sempre ficava doente e demorou muito tempo para crescer, para se desenvolver”, relatou à Agência Brasil.
Apoio familiar ajuda nas dificuldades iniciais
Para enfrentar as dificuldades dos primeiros dias de amamentação, Lorrany conta com o auxílio da irmã mais velha, Marielly Duarte, que é mãe de três crianças.
Marielly incentiva a irmã a manter o aleitamento materno e tem ajudado na retirada do leite com uma bomba extratora.
“Eu já tirei um monte de leite dela na bomba. É melhor do que tirar na mão. Agora, uma semana depois, já está saindo rapidinho. Tornou-se mais fácil”, declarou à Agência Brasil.
O relato mostra como a rede de apoio formada por familiares e profissionais de saúde pode auxiliar as mães a superar dificuldades e manter a amamentação, especialmente durante as primeiras semanas após o nascimento.













