O aplicativo oficial do Tesouro Direto será desativado em todo o país a partir de 17 de agosto de 2026, informou o programa ligado ao Tesouro Nacional. Segundo a Agência Brasil, a mudança busca permitir a construção de uma nova experiência para os investidores, que ainda não tem data definida para ser apresentada.
Conforme o comunicado publicado pelo Ministério da Fazenda, a retirada do aplicativo não afetará os títulos públicos adquiridos nem os recursos aplicados pelos participantes do programa.
Investimentos continuarão preservados
O Tesouro Direto afirmou que títulos, valores investidos, rentabilidade e outras informações das carteiras permanecerão inalterados após a desativação.
“Com a desativação do aplicativo, os investimentos dos participantes do programa permanecem inalterados, ou seja, títulos, valores investidos, rentabilidade e demais informações continuarão preservados”, informou o Tesouro, segundo a Agência Brasil.
A medida afeta apenas o acesso pelo aplicativo oficial, sem modificar as condições dos investimentos ou a propriedade dos títulos adquiridos pelos usuários.
Acesso poderá ser feito por outros canais
Após o encerramento do aplicativo, os investidores poderão acompanhar suas carteiras pelo Portal do Investidor, plataforma oficial do Tesouro Direto. O acesso ao portal pode ser feito com CPF ou conta Gov.br.
Também será possível consultar os investimentos e realizar operações por meio dos aplicativos ou plataformas digitais dos bancos e das corretoras utilizados pelos participantes para comprar e vender títulos públicos.
O Tesouro Direto é um programa do Tesouro Nacional desenvolvido em parceria com a B3 para permitir que pessoas físicas invistam em títulos públicos federais pela internet.













